A OPEP+ decidiu manter inalterada a cota de produção de petróleo para novembro em 31,01 milhões de barris por dia, conforme esperado pelo mercado. Esta decisão segue o relaxamento de cortes anteriores para mitigar a escassez de oferta vinda do Oriente Médio. O mecanismo econômico reside na discrepância entre a cota teórica e a produção real, que em agosto ficou em 25 milhões de bpd, muito abaixo do limite. No Brasil, a Petrobras e outras petroleiras se beneficiam diretamente da valorização do Brent, enquanto o setor aéreo nacional sofre com a pressão nos custos. Em 2016, a OPEP+ também anunciou cortes de produção para estabilizar os preços, resultando em uma recuperação significativa do Brent de cerca de US$ 40 por barril nos meses seguintes. O próximo relatório mensal da OPEP sobre a conformidade com as cotas, previsto para a primeira quinzena de dezembro, será crucial. O desfecho dependerá da capacidade dos membros de atingir a cota e da evolução da demanda global, especialmente da China e da Europa.
O próximo relatório mensal da OPEP+ sobre a conformidade de produção, previsto para a primeira quinzena de dezembro, que indicará se a subprodução persiste e qual será o real nível de oferta.
CryptoAlerta — análise de criptomoedas e mercado em tempo real