Os presidentes Xi Jinping e Donald Trump discursaram na Casa Branca, iniciando o segundo dia da visita oficial de Xi aos EUA, e sublinharam laços amistosos entre as duas potências. Ambos prometeram aprofundar a cooperação em inteligência artificial, sinalizando possíveis projetos conjuntos de pesquisa e desenvolvimento. A referência ao bombardeiro B‑2 Spirit indicou que, apesar das tensões, não há intenção de escalada militar. Essa postura reduz o risco‑premium geopolítico, beneficiando ações de defesa que dependem de estabilidade para contratos de longo prazo. Para investidores brasileiros, o cenário sugere apoio ao setor de tecnologia e a empresas exportadoras de equipamentos de defesa. Bancos centrais e fundos soberanos monitorarão a evolução das conversas, podendo ajustar posições em ativos de risco. Um paralelo histórico é o encontro de 2017 entre Trump e Xi, que impulsionou o S&P 500 cerca de 2 % no dia seguinte. O próximo gatilho será a publicação de acordos concretos em IA nas próximas semanas, definindo se a cooperação avançará. No médio prazo, a expectativa é que defesa e tecnologia de IA superem o mercado caso a parceria se materialize.
Gatilho: publicação de memorando de entendimento entre empresas de IA dos EUA e da China.
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