A disputa chinesa por inteligência artificial intensifica-se, com modelos que agora se aproximam dos níveis de precisão das principais soluções ocidentais, segundo Goldman Sachs e Stanford. O fator limitante permanece a oferta de chips especializados, essenciais para treinamento e inferência de IA. Dados da indústria revelam investimentos massivos em equipamentos, mas a capacidade de fabricação ainda não acompanha a demanda. Embora a expansão de infraestrutura de IA na China aumente o consumo de GPUs e ASICs, os gargalos de produção impedem a autossuficiência completa. O cenário indica que a corrida por chips será decisiva para consolidar a posição chinesa no mercado global de IA. Ainda não há clareza sobre como políticas governamentais chinesas poderão aliviar esses gargalos nos próximos meses.
O desfecho dependerá das próximas decisões do governo chinês sobre subsídios à cadeia de semicondutores, previstas para o último trimestre de 2026, e dos relatórios de capacidade de produção da TSMC divulgados em novembro.
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