A incerteza sobre a guerra no Irã e a proximidade das eleições brasileiras mantêm a aversão a risco global, mesmo com o leve recuo nos preços do petróleo e dos juros americanos nesta manhã. A tensão geopolítica no Irã eleva o prêmio de risco na oferta de petróleo, enquanto a corrida eleitoral no Brasil gera volatilidade doméstica, levando investidores a buscar segurança e reavaliar ativos de risco. Um paralelo histórico é a Guerra do Golfo em 1990, quando os preços do petróleo subiram mais de 100% e houve forte demanda por Treasuries e ouro. Os próximos dias serão cruciais para monitorar os desdobramentos da guerra no Irã e os resultados do primeiro turno das eleições brasileiras, que ocorrerá em cinco dias. No médio prazo, espera-se persistência da volatilidade, com commodities energéticas e metais preciosos atuando como hedges contra a incerteza.
Gatilhos incluem qualquer notícia sobre a guerra no Irã ou pesquisas de boca de urna no Brasil, que podem gerar movimentos bruscos nos ativos.
CryptoAlerta — análise de criptomoedas e mercado em tempo real