Bebida destilada ilícita representa 28% do total vendido

Brunno Melo (CBN, à esq.), Ricardo Lagreca (Mercado Livre), José Eduardo Cidade (ABBD) e Daniel Carnaúba (Senacon) Wenderson Araujo/Valor A crise das bebidas falsificadas e adulteradas com metanol, que resultou em 25 mortes confirmadas em 2025, deixou o país perplexo e escancarou a necessidade de reforçar o combate a esse tipo de crime. Embora a venda de produtos falsificados e adulterados represente grave ameaça à saúde pública, a repressão à produção e ao comércio de produtos ilegais ainda é u

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