Um dos problemas mais sérios e urgentes que o próximo governo terá de enfrentar será o de inverter a trajetória de crescimento rápido do endividamento público. No terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a dívida avançou 10 pontos percentuais, para 82,9% do PIB, uma expansão tão grande e quase tão ruinosa quanto a ocorrida nas gestões da presidente Dilma Rousseff na década passada. O candidato vitorioso no primeiro turno, o senador Flávio Bolsonaro (PL), e seu adversário, o
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