O Kremlin, por meio de Dmitry Peskov, reiterou sua exigência para que a Armênia escolha entre a EAEU e a UE, destacando a incompatibilidade dos padrões entre os dois blocos. Esta pressão geopolítica pode gerar incerteza sobre o futuro econômico e político da Armênia, afetando potenciais fluxos de investimento e acordos comerciais. Para o investidor brasileiro, o impacto é indireto, refletindo-se na aversão global ao risco e na valorização do dólar frente ao BRL. Um paralelo histórico pode ser traçado com a crise da Ucrânia em 2013-2014, quando a escolha de alinhamento gerou instabilidade e impactou ativos regionais. O próximo gatilho será qualquer declaração ou movimento diplomático da Armênia ou da UE em resposta à pressão do Kremlin. No médio prazo, a decisão da Armênia moldará seu ambiente de negócios por décadas, influenciando sua integração econômica e sua posição no cenário global.
Nas próximas 2-4 semanas, espera-se que a incerteza geopolítica persista, com o mercado monitorando de perto qualquer sinal de resposta da Armênia ou da UE.
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