Mais de 32 mil empresas fecharam na Argentina sob o governo Milei, levando o país ao menor número de empregadores em 19 anos. O mercado de trabalho formal teve uma perda acumulada de 121 mil postos nos últimos 12 meses. A retração empresarial, com 18 meses consecutivos de declínio, indica uma forte contração da atividade econômica, reduzindo a capacidade produtiva e de geração de empregos. A crise argentina pode impactar o Brasil via comércio bilateral, com potencial redução das exportações brasileiras para o país vizinho. Situações semelhantes de fechamento massivo de empresas foram observadas na Argentina durante a crise de 2001-2002, quando o PIB encolheu cerca de 10%. Os próximos relatórios de emprego e atividade econômica do INDEC serão cruciais para monitorar a continuidade ou reversão dessa tendência. A recuperação dependerá da capacidade do governo de estabilizar a economia, controlar a inflação e implementar reformas que estimulem o investimento privado e a geração de empregos.
Os próximos dados do INDEC sobre emprego, atividade econômica e inflação, com divulgações mensais, e a capacidade do governo de negociar com credores e implementar seu plano econômico.
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