Mercados reagem a eleições, petróleo em alta e perdas em tecnologia

Os mercados financeiros chegaram à sexta-feira, dia 23, em um cenário de aversão ao risco no exterior e cautela intensificada pela reta final da eleição presidencial brasileira. Na quinta-feira, o principal índice da bolsa brasileira, o Ibovespa, apresentou uma queda de 1,15%, encerrando o pregão aos 204.120 pontos. Simultaneamente, o dólar comercial registrou uma valorização de 0,22%, atingindo a cotação de R$ 5,038. No cenário internacional, a disparada dos preços do petróleo e as significativas perdas observadas nas bolsas de Nova York, particularmente no setor de tecnologia, foram fatores que pressionaram os ativos de risco.

Análise

A definição do cenário político no Brasil após o segundo turno da eleição presidencial, que ocorrerá em breve, será crucial para direcionar o mercado doméstico. Além disso, a divulgação do IPCA-15, mencionado como fator de movimento, e a evolução do sentimento de aversão ao risco no exterior, influenciada por dados econômicos globais como o PIB dos EUA em 2026-10-29 e a inflação ao consumidor dos EUA (CPI) em 2026-11-10, determinarão os próximos passos dos mercados. As decisões de política monetária do FOMC em 2026-10-28 e do Copom em 2026-11-04 também serão observadas de perto.

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