O G20, em declaração consensual, reconheceu o potencial das tecnologias de Inteligência Artificial para reduzir barreiras não-tarifárias no comércio internacional. A expectativa é que a IA ajude a simplificar e agilizar os processos de comércio global, desde a documentação até a logística. Isso representa um catalisador para empresas de tecnologia que desenvolvem soluções de IA e para setores de logística e e-commerce que operam em escala global. Para o investidor brasileiro, empresas de software e infraestrutura logística podem se beneficiar com a eventual adoção dessas tecnologias. Historicamente, a digitalização de processos alfandegários, como o TradeNet de Cingapura na década de 1980, reduziu o tempo de processamento em 50%, gerando ganhos substanciais de eficiência. O próximo gatilho a monitorar será a eventual formalização de políticas e investimentos específicos dos países-membros do G20 nos próximos 12-18 meses. No médio prazo, o cenário aponta para uma modernização das cadeias de suprimentos globais, com um aumento da demanda por soluções de automação e análise de dados.
Nos próximos 6-12 meses, espera-se que o consenso do G20 impulsione estudos e projetos-piloto sobre IA em comércio. Empresas como NVDA e MSFT podem ver um aumento de 5-8% em seus preços se surgirem notícias de grandes investimentos governamentais ou setoriais em soluções de IA. O principal gatilho de aceleração será a apresentação de planos concretos de implementação pelos países-membros em fóruns econômicos.
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