A TIVIT, empresa de tecnologia financeira, divulgou que ataques cibernéticos ao sistema financeiro podem começar fora dos próprios bancos, visando fornecedores que conectam instituições e dão suporte às operações de pagamento. Thiago Tanaka, diretor de Cibersegurança da companhia, afirma que o comprometimento de um prestador de tecnologia pode abrir caminho para atingir diferentes instituições que utilizam seus serviços. Ele destaca que a defesa moderna exige detecção inteligente de fraudes em milissegundos, respostas em tempo real e a implementação de arquiteturas de Zero Trust, que exigem verificações contínuas para autorizar acessos. Tanaka ressalta que integrar novas ferramentas aos sistemas responsáveis por contas, empréstimos e compensações pode ampliar a superfície exposta a invasores, e que a substituição completa desses sistemas traz riscos para a continuidade dos serviços. Ele defende uma modernização gradual, com novas camadas de proteção sobre a infraestrutura existente, para que pagamentos e demais serviços continuem funcionando sem interrupções.
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