Brasil desenvolveu arquitetura fiscal ampla em governos subnacionais, mas não eliminou restrições, diz CAF

O Brasil avançou em reformas que garantiram uma arquitetura fiscal ampla em governos subnacionais, mas ainda não eliminou restrições fiscais. A análise foi feita pela diretora de estudos macroeconômicos do Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe, o CAF (antiga Corporação Andina de Fomento), Jessica Roldán, no XXVIII Workshop em Economia Internacional e Finanças 2026, na Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio. A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e o monitoramento do Tesouro Nacional

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