No dia 01/11/2026, o jornal argentino Clarín publicou que a saída de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para os Estados Unidos contou com uma operação organizada em território argentino, com a participação de representantes americanos e apoio de integrantes do governo de Javier Milei. A reportagem afirma que agentes estrangeiros assumiram temporariamente o controle de parte do aeroporto de Puerto Iguazú para viabilizar o embarque do senador e de sua família. A operação envolveu pelo menos quatro aeronaves privadas e contou com a coordenação do Departamento de Estado dos EUA, que teria oferecido rotas alternativas para dificultar a identificação de qual avião transportaria a família Bolsonaro. Os aviões teriam sido usados para ofecer rotas alternativas e dificultar a identificação de qual deles transportaria a família Bolsonaro. A reportagem descreve a atuação direta de representantes estrangeiros dentro do aeroporto argentino, incluindo um ex-integrante da agência americana de combate às drogas, a DEA. Funcionários da Polícia de Segurança Aeroportuária (PSA), da imigração e da alfândega argentina foram afastados de parte dos procedimentos relacionados à partida, permitindo que os responsáveis pela operação organizassem o embarque sem a participação habitual desses órgãos. O Clarín também aponta o envolvimento de integrantes do governo argentino, com Milei determinando que seu assessor Santiago Caputo viajasse à província de Misiones, onde fica Puerto Iguazú, para acompanhar os preparativos.
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