Um banimento de baterias de rede de origem chinesa, proposto por Trump nos Estados Unidos, está gerando incerteza entre desenvolvedores de armazenamento de energia. A medida visa reduzir a dependência da tecnologia chinesa, que responde por aproximadamente 80% da produção global de células de bateria de íon-lítio. Esta restrição cria um conflito direto entre a meta de expansão da capacidade de armazenamento de energia dos EUA e a desvinculação da cadeia de suprimentos chinesa, elevando os custos de aquisição e desenvolvimento para projetos de energia. A imposição de tarifas sobre produtos solares chineses pelos EUA em 2018 resultou em aumento de custos e reconfiguração de cadeias de suprimentos, servindo como um paralelo histórico. A clareza sobre a implementação e as exceções da proibição, ou o anúncio de incentivos para a fabricação doméstica de baterias nos EUA, será um gatilho crucial a monitorar nas próximas semanas. No médio prazo (6-12 meses), a medida pode acelerar o investimento em P&D e manufatura de baterias nos EUA, mas a curto prazo, a transição energética global pode desacelerar devido a custos mais altos e gargalos de produção fora da China.
Nas próximas 4-8 semanas, a atenção se voltará para quaisquer anúncios do governo dos EUA sobre planos de mitigação ou incentivos para a produção doméstica de baterias. Sem isso, os atrasos e custos podem pressionar o setor.
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