O explorador da Coldcard, responsável por um ataque anterior, transferiu cerca de 10% dos fundos ilícitos, convertendo Bitcoin para Ethereum via THORChain. Pesquisadores conseguiram rastrear os ativos para um novo endereço Ethereum, indicando a complexidade das operações de lavagem em DeFi. Este incidente expõe a vulnerabilidade de protocolos descentralizados a usos indevidos, potencialmente atraindo maior escrutínio regulatório. O movimento pode gerar pressão de venda no mercado de ETH, à medida que o hacker busca liquidar os ativos recém-adquiridos. Casos semelhantes, como o do hack da Mt. Gox em 2014, resultaram em pressão de venda significativa no Bitcoin e em subsequente desconfiança no ecossistema cripto. Investidores devem monitorar a reação de órgãos reguladores e o impacto na liquidez de BTC e ETH. A médio prazo, a percepção de segurança e conformidade dos protocolos DeFi será um fator crítico para a adoção institucional.
Nas próximas 1-2 semanas, espera-se que o BTC e o ETH enfrentem volatilidade e potencial pressão de venda, especialmente se houver notícias sobre a tentativa de liquidação dos fundos pelo hacker. O token RUNE pode sofrer mais intensamente devido ao risco reputacional e regulatório direto. O próximo gatilho será a resposta de órgãos reguladores ou novas informações sobre o rastreamento dos fundos.
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