Doença de Newcastle não impacta negociações com a União Europeia

A doença de Newcastle identificada em granjas de Santa Catarina não afetará as negociações do Brasil com a União Europeia, conforme afirmou o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária, Augusto Billy, em entrevista ao canal Rural. Focos da doença O secretário destacou que os focos da doença foram identificados em três granjas comerciais nos municípios de Nova Taberaba, Coronel Freitas e Nova Erechim. Apesar da situação, a suspensão das importações pelo bloco europeu se refere a questões relacionadas ao uso de antimicrobianos, e não à doença em si. Impactos nas exportações Segundo Billy, o Brasil conseguiu evitar um prejuízo significativo, estimado em quase R$ 1 bilhão, devido a acordos de regionalização que limitaram as restrições a Santa Catarina. Ele ressaltou que poucos países fecharam as importações do Brasil, e a expectativa é que as exportações de carne de aves e mel sejam retomadas em dezembro. Expectativas para o futuro O governo brasileiro está otimista quanto à aprovação de regulamentos que permitirão a retomada das exportações. A auditoria da União Europeia realizada recentemente no Brasil apresentou resultados positivos, e uma nova reunião está prevista para novembro, onde se espera a aprovação das medidas necessárias. Restrições internacionais Além da União Europeia, outros países como África do Sul, China, Arábia Saudita e Chile impuseram restrições às importações de aves do estado de Santa Catarina. A África do Sul, por exemplo, não aplicou um embargo geral, mas restringiu a importação de produtos de estabelecimentos com focos da doença. O post Doença de Newcastle não impacta negociações com a União Europeia apareceu primeiro em Canal Rural.

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