Na quarta‑feira, dia 4 de novembro de 2026, o mercado de juros futuros registrou forte baixa logo após a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. O recuo foi inicialmente motivado pelo alívio dos mercados externos, decorrente da vitória do Partido Democrata nas eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, e pela queda de mais de 8% nos preços do petróleo, associada a sinais de moderação das tensões no Oriente Médio. À tarde, a divulgação de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fará um pronunciamento no domingo, 8 de novembro, defendendo medidas de ajuste fiscal, conforme relatado no Blog do Valdo Cruz no g1, intensificou a queda dos prêmios dos juros futuros. Os contratos de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2028, 2029, 2031 e 2037 recuaram para 14,43%, 14,83%, 15,06% e 15,04%, respectivamente.
A decisão do Copom de 4/11/2026 e o pronunciamento fiscal de Lula em 8/11/2026 definirão o rumo da curva de juros futuros; a confirmação virá dos próximos comunicados do Banco Central sobre a taxa Selic e dos dados de inflação (IPCA) previstos para o final de novembro.
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