Jornais estrangeiros, incluindo o espanhol El País e o francês Le Monde, caracterizaram o primeiro debate presidencial entre Lula e Flávio Bolsonaro, transmitido pela Band no último domingo (18), como um confronto de alta tensão dominado por provocações e acusações mútuas de corrupção. O El País ressaltou a postura "tecnocrata" de Lula diante de um "provocador" Flávio, que explorou denúncias contra o PT e o filho do presidente, enquanto Lula associou o senador ao crime organizado. O Le Monde classificou o embate como caótico, repleto de referências a escândalos e tentativas de desestabilização. Ambos os veículos notaram a ausência de propostas concretas e políticas públicas, sintetizando o tom de uma campanha eleitoral acirrada e polarizada. O Clarín, da Argentina, mencionou que Lula comparou a política de cortes de gastos de Flávio à do presidente Javier Milei e que o debate visava aumentar a rejeição aos adversários. Paralelamente, o TSE concedeu à Meta Platforms um prazo de 24 horas para cumprir uma decisão relacionada a campanhas eleitorais, com o ministro Marco Aurélio Bellizze ameaçando elevar a multa diária para R$1 milhão caso a empresa continue descumprindo os prazos para esclarecer restrições a conteúdos.
A decisão do TSE sobre a escalada da multa diária para a Meta e a resposta da empresa para garantir a conformidade regulatória. O próximo debate presidencial, que pode trazer mais detalhes sobre plataformas econômicas, também será observado.
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