Mercado aguarda definições no fiscal e na equipe econômica, enquanto investidor ‘ganha’ parado com juros elevados, avali

O Money Times relata que o Ibovespa (IBOV) se prepara para a maior baixa semanal da sua história, com queda de quase 18%, depois da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O mercado já havia precificado a vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL), o que poderia levar a um ajuste fiscal mais crível. Em entrevista, Jerson Zanlorenzi, chefe da mesa de ações e derivativos do BTG Pactual, afirmou que o grande movimento de ajuste de posição na Bolsa está associado ao ajuste de risco, devido ao aumento de incertezas quanto ao quadro das contas públicas brasileiras e aos integrantes da próxima equipe econômica. Ele acrescentou que, enquanto o investidor está na dúvida, prefere manter o dinheiro parado, já que a taxa Selic permanece alta, em 13,75% ao ano, o que remunera o dinheiro em espécie. Zanlorenzi também observou que o câmbio acumulou alta de apenas 0,2% no mesmo período, sendo menos impactado pela alta Selic. O Federal Reserve manteve a taxa norte‑americana entre 3,75% e 4% ao ano. No mercado de derivativos, as opções do EWZ tiveram grande volatilidade após o segundo turno, com muitos clientes sendo forçados a vender posições para evitar prejuízos. No plano internacional, o investidor observa a bateria de resultados corporativos de empresas ligadas ao rali de inteligência artificial (IA), que pode influenciar o fluxo de risco no Brasil.

CryptoAlerta — análise de criptomoedas e mercado em tempo real