O preço do bunker subiu 76% desde o início da guerra dos EUA contra o Irã, elevando os custos operacionais das armadoras. O envelhecimento da frota e rotas mais longas para contornar zonas de conflito aumentam o consumo de combustível e as emissões de carbono, pressionando a rentabilidade. No Brasil, o aumento do bunker eleva o custo das importações, afetando o câmbio e o IBOV. Em 2011, o salto de ~30% no preço do Brent provocou queda de ~12% no Baltic Dry Index, refletindo o padrão histórico. O próximo gatilho será a divulgação dos índices semanais de preço do bunker e a reunião da OPEP sobre produção. A médio prazo, a adoção de monitoramento avançado de motores pode mitigar o impacto, estabilizando as ações de navegação.
Gatilho: publicação dos índices semanais de preço do bunker e decisão da OPEP.
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