O presidente Donald Trump anunciou o início da "operação econômica mais esmagadora" contra o Irã, conforme noticiado pela TASS, com Vance indicando que a duração dessa pressão é desconhecida. Este movimento geopolítico gera incerteza sobre a oferta global de petróleo, potencialmente elevando os preços da commodity e, consequentemente, os custos de energia em todo o mundo. Historicamente, tensões no Oriente Médio, como a crise de 1973, levaram a picos de preços do petróleo e recessões globais. O próximo gatilho a ser observado são as declarações oficiais dos governos envolvidos e o impacto inicial nas exportações de petróleo iraniano. No médio prazo, um prolongamento da tensão pode sustentar a inflação e pressionar bancos centrais a manterem políticas monetárias mais restritivas.
Nas próximas 2-4 semanas, o Brent ($93.79) deve permanecer volátil com viés de alta, podendo atingir $98-100 se não houver sinais de desescalada. O gatilho principal será qualquer nova declaração dos EUA ou Irã sobre as sanções ou o fluxo de petróleo. No médio prazo (2-3 meses), se a tensão persistir, veremos uma pressão inflacionária global contínua, impactando decisões de política monetária e mantendo o BRL depreciado frente ao USD (5.1929).
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