Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência, acusou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), de proteger o governo e de pautar a votação de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que elimina a escala de trabalho 6x1 para esta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, com o objetivo de auxiliar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em sua reeleição. O fim da escala 6x1, que permite seis dias de trabalho por um de folga, tende a elevar os custos operacionais de empresas que dependem intensivamente dessa modalidade de jornada, como varejo, serviços e turismo, ao exigir maior contratação de pessoal ou o pagamento de horas extras. A mudança na legislação trabalhista pode gerar um efeito cascata na economia brasileira, com empresas repassando os custos adicionais aos consumidores, impactando a inflação, ou absorvendo-os, o que poderia reduzir investimentos e, consequentemente, a geração de empregos. O principal gatilho a monitorar é a votação da PEC no Senado, agendada para esta quarta-feira, 14 de outubro de 2026. O desfecho dependerá da aprovação da PEC e de como as empresas conseguirão se adaptar aos novos requisitos de jornada, seja por meio de reestruturações de quadro, automação ou repasse de custos.
A votação da PEC no Senado, agendada para esta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, definirá o desfecho imediato da proposta. O texto final aprovado e a forma como as empresas dos setores afetados planejam se adaptar aos novos requisitos de jornada serão cruciais para o impacto de longo prazo.
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