A captura e armazenamento de carbono (CCS, na sigla em inglês) começa a deixar o campo das pesquisas e entrar na agenda de projetos pilotos no país, mas a expansão da tecnologia ainda depende de um marco regulatório claro e da criação de sinais econômicos que deem previsibilidade aos investimentos. Essa foi a conclusão do painel “CCS: construindo o mercado brasileiro de captura e armazenamento de carbono”, promovido pela ANP, que reuniu representantes da agência, da indústria e associação do set
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