A projeção do Fed de San Francisco indica que a demanda por stablecoins elevará a compra de títulos do Tesouro dos EUA bi até 2030, refletindo a necessidade de reservas de alta qualidade. Esse aumento de demanda reduz os rendimentos dos Treasuries, valorizando ETFs de renda fixa como o TLT. Simultaneamente, a maior necessidade de colateral eleva a emissão e a circulação de stablecoins, beneficiando moedas digitais lastreadas em dólar como USDT. Para um pequeno investidor que aporta R$500 por mês, a estratégia pode incluir alocação parcial em ETFs de Treasuries para capturar a queda de juros e, opcionalmente, exposição a stablecoins via corretoras que oferecem rendimentos sobre USDT. O próximo gatilho a monitorar é a evolução regulatória nos EUA sobre stablecoins, que pode acelerar ou frear esse fluxo de demanda. No médio prazo, a tendência sugere fortalecimento de ativos de renda fixa e de stablecoins, com potencial de retorno estável para investidores conservadores.
Até 2028, se a demanda de stablecoins seguir a projeção, TLT deverá registrar alta moderada de preço, enquanto USDT continuará expandindo seu volume de circulação; investidores com aporte de R$500/mês podem destinar parte para ETFs de Treasuries e, opcionalmente, para exposição a stablecoins via plataformas reguladas.
CryptoAlerta — análise de criptomoedas e mercado em tempo real