Dragosch, da Bitwise, projeta uma queda adicional de até 20% para o Bitcoin (BTC), estabelecendo o nível de US$48.000 como o cenário de 'dor máxima' para o mercado. Este patamar corresponde ao custo-base médio dos detentores de longo prazo, indicando um ponto de inflexão para uma possível capitulação. A realização de lucros ou perdas por esses holders pode desencadear uma pressão de venda significativa, impactando a liquidez e o sentimento geral do mercado de criptoativos. Fundos de investimento em Bitcoin como IBIT e FBTC, além de mineradoras como MARA e RIOT, sentirão diretamente os efeitos dessa desvalorização. No Brasil, o ETF HASH11 e investidores em BRL serão expostos à volatilidade amplificada do ativo. O Smart Money tende a se posicionar para proteger o capital, buscando hedges ou aguardando pontos de entrada mais favoráveis após a capitulação. Historicamente, os mercados de criptomoedas testemunharam quedas semelhantes em 2018 e 2022, onde o custo-base dos investidores de longo prazo atuou como suporte psicológico e técnico. Os próximos 30-60 dias serão cruciais, com a atenção voltada para os dados de inflação e as decisões de juros do Federal Reserve, que podem acelerar ou mitigar este cenário. No médio prazo, a resiliência do suporte em US$48.000 determinará a sustentação de um ciclo de alta ou o aprofundamento de um bear market.
Nos próximos 30-60 dias, o Bitcoin ($63,771 hoje) enfrentará pressão significativa, com alta probabilidade de testar a faixa de US$50.000 a US$52.000. O gatilho de aceleração para o cenário de 'dor máxima' em US$48.000 será o aumento da aversão ao risco global, impulsionado por dados de inflação persistentemente altos ou uma postura mais hawkish do Federal Reserve nas reuniões de política monetária. Se o suporte de US$48.000 for rompido, o BTC poderá consolidar abaixo desse nível por várias semanas, antes de qualquer tentativa de recuperação sustentável.
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