Peter Brandt, um trader experiente, projetou que o Bitcoin (BTC) tem o potencial de atingir uma faixa de preço entre US$300.000 e US$600.000 até o ano de 2029, ancorando essa expectativa em ciclos de mercado pós-halving. Ele também sinalizou que uma possível retração em outubro de 2026 poderia representar uma janela de compra estratégica. A análise de Brandt baseia-se na dinâmica cíclica do Bitcoin, impulsionada por eventos de halving que historicamente reduzem a oferta de novas moedas, enquanto a demanda por ativos digitais como reserva de valor e hedge contra a inflação segue em ascensão. Para o investidor brasileiro, o cenário sugere a manutenção da cautela com ativos de alto risco e a consideração de exposição ao BTC via BITH11 ou HASH11, especialmente se houver um pullback, aproveitando a correlação com o dólar (USDBRL) em momentos de aversão ao risco global. Historicamente, após o halving de 2016, o Bitcoin subiu de cerca de US$650 para US$20.000 em 2017 (+2.977%), e após o halving de 2020, de US$8.700 para US$69.000 em 2021 (+693%), demonstrando o impacto cíclico no preço. O principal gatilho a monitorar é a possível retração de preço em outubro, seguida pelos dados de fluxo nos ETFs de Bitcoin e a evolução do cenário regulatório para criptoativos até o final de 2026. No médio prazo (6-12 meses), o Bitcoin pode consolidar sua posição como ativo de refúgio e reserva de valor, enquanto o XRP e outras altcoins sem fundamentos claros podem perder share de mercado para projetos mais robustos e com maior aceitação regulatória.
Nas próximas 4-8 semanas, o Bitcoin pode experimentar a retração sugerida por Brandt, testando níveis de suporte antes de um rali de fim de ano.
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