À medida que empresas transferem operações para a nuvem, automatizam processos e ampliam o uso de inteligência artificial (IA), aumenta a importância de um fornecimento estável de energia elétrica e a infraestrutura urbana deixa de ser apenas um serviço público e passa a ser um componente essencial da competitividade. O problema é que a digitalização avança em ritmo superior ao da modernização dos serviços essenciais, como energia, água, conectividade e saneamento. O Brasil investe cerca de R$ 2
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