Starlink pressiona ações de telecomunicações globais

Em 30/10/2026, a InfoMoney reportou que os avanços recentes da Starlink, empresa de conectividade via satélite da SpaceX, no mercado de telefonia móvel dos Estados Unidos desencadearam uma forte onda de vendas nas ações globais de telecomunicações. O Itaú BBA avaliou que a concorrência representa um risco de longo prazo, mas não uma ameaça imediata às operadoras brasileiras, mantendo a TIM (TIMS3) como sua preferência relativa. O banco estimou dividend yields para 2027 de aproximadamente 13% para a TIM e 10% para a Vivo (VIVT3). A empresa também destacou a licença de 850 MHz que expira em 2028, cujo vencimento pode gerar negociação entre a Anatel, operadoras e o TCU, podendo abrir leilão de novo bloco de espectro. Nos EUA, a Starlink recebeu autorização da FCC para operar até 15 mil satélites D2D, acordou adquirir até 14 MHz de espectro na faixa de 800 MHz da Grain Management e negociou acesso a pelo menos 80 mil locais de infraestrutura terrestre.

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