Há um viés estrutural na forma como a maioria das empresas elabora suas projeções financeiras: elas são construídas para confirmar a viabilidade de uma decisão que já foi tomada, não para testar suas vulnerabilidades. O resultado são modelos que fecham bem no cenário base, apresentam sensibilidades que parecem razoáveis e produzem projeções que ninguém dentro da organização tem real incentivo para questionar. Quando o ambiente diverge do cenário base, o que acontece com frequência, esses modelos
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