Ativos locais reagem à piora da aversão a risco e ao cenário eleitoral

Em uma semana de decisão de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos, a ampliação da alta dos preços de petróleo reforçou as preocupações inflacionárias dos investidores de que os juros deverão se manter mais altos por mais tempo, o que teve reflexo direto sobre ativos de risco brasileiros. O movimento nos mercados de câmbio e bolsa, no entanto, foi um pouco mais contido devido à divulgação de uma nova pesquisa eleitoral da Quaest, que mostrou o senador Flávio Bolsonaro (PL) numericamen

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