Larry Fink, CEO da BlackRock, afirmou estar 'muito otimista' com os mercados financeiros para os próximos 12 meses, indicando uma visão construtiva sobre o cenário macroeconômico. Esta declaração de uma das maiores gestoras de ativos do mundo sugere um ambiente propício para a alocação de capital em ativos de risco, como ações e criptomoedas. Consequentemente, espera-se um aumento nos fluxos para ETFs de mercado amplo como SPY e QQQ, e também para mercados emergentes, como o IBOV. Em 2013, após a recuperação pós-crise, declarações otimistas de grandes gestores sobre o crescimento levaram a um rally de 30% no S&P 500. Os próximos dados de inflação e decisões de juros dos bancos centrais serão gatilhos importantes a serem monitorados, com o horizonte de médio prazo apontando para uma sustentação do momentum de alta.
Nos próximos 3-6 meses, a declaração de Fink deve reforçar a tendência de alta em equities globais, com SPY buscando novos picos históricos e o IBOV testando a resistência de 180.000 pontos. O principal gatilho de aceleração seria a continuidade de dados macroeconômicos fortes nos EUA e um desfecho positivo das negociações de política monetária global. Caso haja sinais de desaceleração ou inflação inesperada, a tese bullish pode ser revisada, com investidores buscando maior clareza sobre os próximos passos dos bancos centrais.
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