O Mercado Bitcoin (MB) informou, na terça‑feira (27), que enviou ao Banco Central (BC) um requerimento para operar como corretora de ativos virtuais, abrangendo intermediação e custódia de criptoativos. A empresa, fundada em 2013, conta atualmente com 4,8 milhões de clientes. O pedido foi feito pouco antes do prazo de 30 de outubro estabelecido pelo BC para a primeira fase de autorização das empresas já atuantes antes das novas regras. O requerimento ainda será analisado pela autoridade monetária. No mesmo período, outras plataformas, como a corretora Bybit e a emissora de stablecoins Crown, também submeteram pedidos ao regulador. O Itaú Unibanco comunicou,, ao BC sua atuação em intermediação e custódia de criptoativos, seguindo o procedimento previsto para instituições financeiras já autorizadas. Vanessa Butalla, vice‑presidente de Jurídico, Compliance e Riscos do Mercado Bitcoin, destacou que a regulação traz maior clareza, reduz incertezas e pode atrair novos investidores, ressaltando a necessidade de aplicação equitativa das regras. A empresa ainda anunciou acordos com Bitso e Bity para receber clientes dessas plataformas no Brasil e foi indicada pela Coinext aos seus usuários. Para 2027, o Mercado Bitcoin planeja ampliar serviços de pagamentos, stablecoins e investimentos tokenizados.
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