F1: O Brent subiu para US$ 107 em reação a declarações do iraniano Masoud Pezeshkian que acusam Estados Unidos e Israel de alimentar a instabilidade regional. F2: A tensão aumenta a percepção de risco de oferta, elevando o preço do crú, que é referência para contratos globais. F4: No Brasil, o aumento pressiona o real e pode reduzir a margem de varejistas dependentes de energia; a Selic permanece estável, mas o dólar pode ganhar força. F6: Em 1990‑1991, a crise do Golfo elevou o Brent de US$ 20 impulsionando ações de energia em cerca de 15%. F7: Monitorar evoluções diplomáticas nos próximos dias; um acordo pode reverter o rally, enquanto escalada pode levar o Brent acima de US$ 110. F8: No médio prazo, se a tensão persistir, energia pode manter alta moderada; caso de desescalada, o preço pode recuar para a faixa de US$ 95‑100.
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