A China interrompeu as exportações de produtos petrolíferos, reduzindo a oferta de combustíveis refinados na Ásia e fazendo as margens de refino subirem a patamares históricos. Simultaneamente, a expectativa de que os Estados Unidos enviem tropas adicionais ao Oriente Médio elevou os preços internacionais do petróleo, reforçando a pressão de compra sobre as ações de refinarias. Esse duplo impulso aumentou a rentabilidade esperada das refinarias, refletindo-se em alta nos papéis de empresas do setor no início da negociação de 2 de outubro. Os investidores brasileiros veem esse cenário como favorável para refinarias nacionais, enquanto os mercados globais acompanham a tendência de alta nas margens. Não há relato de reações adicionais de agentes institucionais na fonte. Em 2020, a queda abrupta da demanda reduziu as margens de refino em cerca de 50%, provocando queda de aproximadamente 15% nas ações de refinarias globais. O desfecho dependerá da retomada ou continuidade da suspensão das exportações chinesas e da evolução da situação militar no Oriente Médio.
O desfecho dependerá da continuidade da suspensão das exportações de produtos refinados pela China e da evolução da decisão dos EUA sobre o reforço militar no Oriente Médio, cujas próximas atualizações são esperadas nos relatórios de comércio chineses e nos comunicados do Departamento de Defesa nos próximos dias.
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