Diversificação internacional ganha espaço com oscilações da Bolsa e do dólar, avalia ARQ

As recentes oscilações da Bolsa brasileira e a alta do dólar levaram investidores a repensar a diversificação internacional, segundo Leonardo Bernini, diretor‑geral do ARQ no Brasil. Bernini afirma que a alocação em ativos estrangeiros deve fazer parte de uma estratégia de longo prazo e recomenda avaliar o patrimônio já constituído e os objetivos financeiros, como despesas em outras moedas. Ele cita que planejadores financeiros costumam destinar de 10% a 20% do patrimônio a investimentos internacionais, embora a proporção dependa das necessidades individuais. O ARQ disponibiliza a conversão de reais para dólares digitais e, para novos clientes, oferece US$ 20 em cotas do VOO – ETF que replica o S&P 500 – mediante aporte inicial de US$ 100. O executivo alerta que o spread cambial, tarifas de conversão e corretagem podem consumir o equivalente a um ano de rendimento, reforçando a importância de considerar todos os custos antes de investir no exterior.

Análise

A decisão de ampliar a oferta de produtos internacionais pelo ARQ, incluindo o bônus de US$ 20 em cotas do VOO para novos clientes, será avaliada pelo mercado conforme a reação dos investidores ao custo total das operações, que inclui spread cambial, tarifas de conversão e corretagem, em um horizonte de curto a médio prazo.

CryptoAlerta — análise de criptomoedas e mercado em tempo real