As restrições contínuas ao comércio de energia e as ameaças à infraestrutura energética no Oriente Médio devem limitar as ofertas globais de energia, impulsionando os preços. Isso atingirá duramente os consumidores, a menos que os governos intervenham. A União Europeia já teria pago €100 bilhões adicionais em petróleo e gás este ano, o que levou os ministros da UE a procurar formas de gerir o impacto dos altos preços dos combustíveis.
O desfecho da crise energética dependerá diretamente da severidade do inverno europeu, da eficácia das políticas de intervenção da UE para gerir os preços e a demanda, e da evolução das tensões geopolíticas no Oriente Médio. As próximas reuniões dos ministros de energia da UE e os relatórios semanais sobre o nível das reservas de gás serão cruciais para indicar a trajetória dos preços.
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