O Ibovespa encerrou o pregão de terça-feira (14) com alta de 0,51%, atingindo 176.641 pontos, impulsionado pela performance de Vale, B3 e Banco do Brasil. Este avanço foi reflexo de um cenário internacional mais benigno, decorrente da divulgação de dados de inflação dos Estados Unidos que sinalizaram menor pressão inflacionária. A expectativa de juros mais controlados pelo Fed nos EUA tende a atrair capital para ativos de risco e mercados emergentes, incluindo o Brasil. Para o investidor brasileiro, isso implica potencial valorização do Real e continuidade do rally no mercado acionário local. Em 2017, um período de desinflação nos EUA gerou um rally de cerca de 20% no Ibovespa, com fluxo para commodities e bancos. Os próximos dados de inflação e as comunicações do Federal Reserve serão cruciais para a sustentação deste movimento. No médio prazo, a persistência da desinflação global pode consolidar um ciclo de apreciação para ativos brasileiros.
Nas próximas 2-4 semanas, se os próximos dados de inflação dos EUA confirmarem a tendência de desaceleração, o Ibovespa deve consolidar acima de 176.641 pontos, com potencial de testar a resistência em 180.000 pontos. O fluxo para mercados emergentes, incluindo o Brasil, deve intensificar-se, com ações de commodities e bancos em destaque. A sustentação deste rally dependerá da comunicação do Fed e da performance da economia global.
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