A inflação acumulada em 12 meses no Chile registrou 4,1% em setembro, permanecendo estável em comparação ao mês anterior. O índice ainda supera a meta do Banco Central, que estabelece um intervalo de 2% a 4% para a inflação. O avanço mensal dos preços ao consumidor foi de 0,4%, ligeiramente abaixo da expectativa de 0,5% dos economistas. O dado indica que a pressão inflacionária persiste, reduzindo a margem de manobra do Banco Central para cortes de juros. Caso o Banco Central opte por manter ou elevar a taxa de juros, isso pode encarecer o crédito interno e atrair capitais de curto prazo ao peso chileno. O próximo passo será a decisão de política monetária do Banco Central, que determinará se haverá aperto ou manutenção da taxa. O desfecho dependerá da avaliação da trajetória de preços nos próximos meses e da resposta do mercado cambial.
A decisão do Banco Central do Chile sobre a taxa de juros, a ser anunciada em reunião futura, definirá se haverá aperto ou manutenção da política monetária, influenciando o peso e os títulos soberanos.
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