A pesquisa PoderData/Aya, divulgada na terça-feira (13), revelou uma diminuição de quatro pontos percentuais na diferença entre os candidatos Lula e Flávio para o segundo turno. Aliados de Lula manifestaram a avaliação de que a concretização de uma virada eleitoral dependerá de uma melhora nas pesquisas a serem divulgadas até sexta-feira. Esse estreitamento na corrida presidencial amplifica a percepção de risco político no Brasil, pois introduz maior imprevisibilidade quanto ao resultado e às futuras direções de política econômica. Mercados tendem a reagir a cenários de incerteza com maior volatilidade e exigência de prêmio de risco. Ativos brasileiros, como ações de empresas estatais, bancos e companhias sensíveis a juros, são diretamente afetados, levando a um fluxo de saída de capital estrangeiro e à busca por ativos mais seguros. A notícia não detalha a reação de outros agentes do mercado, focando na análise dos aliados de Lula sobre o impacto das pesquisas. Historicamente, períodos de segundo turno polarizado, como as eleições de 2018, mostraram que a volatilidade do Ibovespa e a oscilação do câmbio foram intensificadas pela proximidade nas pesquisas. O principal gatilho a ser monitorado são as próximas pesquisas eleitorais, esperadas até sexta-feira, que poderão confirmar ou reverter a tendência de aproximação entre os candidatos. O desfecho da situação dependerá da capacidade de um dos candidatos consolidar uma vantagem clara nas próximas rodadas de pesquisa, reduzindo a incerteza e a necessidade de precificar um prêmio de risco eleitoral elevado.
A evolução do cenário eleitoral dependerá diretamente da divulgação das próximas pesquisas de intenção de voto, que devem ocorrer até sexta-feira, fornecendo novos dados sobre a corrida presidencial.
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