A Binance registrou sua solicitação de licença de provedor de serviços de criptomoedas junto ao Banco Central do Brasil em 23 de outubro de 2026, por meio de sua entidade local, BBrasil. O pedido visa permitir que usuários brasileiros continuem a acessar ativos cripto, negociação de stablecoins, pagamentos e serviços de investimento. Em paralelo, a exchange anunciou que, a partir de terça-feira, haverá restrições a empréstimos cripto, operações de margem e outros serviços, além de delistamento de 22 ativos no país. Thiago Sarandy, gerente geral da Binance no Brasil, afirmou que a empresa apoia um mercado regulado que reconheça as características dos ativos virtuais e que espera que o diálogo com o Banco Central permita a oferta de outros produtos no futuro. O Brasil exige que provedores de serviços de criptomoedas apresentem autorizações antes de 30 de outubro para continuar operando em arranjos transitórios; o envio de um pedido não equivale a aprovação regulatória.
A decisão do Banco Central do Brasil sobre a aprovação da licença da Binance é o principal fator que definirá o desfecho da situação, embora não haja uma data específica para a divulgação da análise do pedido. Adicionalmente, o diálogo contínuo entre a Binance e o Banco Central, conforme mencionado pelo gerente geral Thiago Sarandy, poderá influenciar a possibilidade de restabelecimento de alguns produtos e serviços no futuro, mas o cronograma dessas conversas e seus resultados são incertos.
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