O Bitcoin (BTC) registrou um recuo, negociando próximo a US$63,939, antes da iminente divulgação do relatório de Índice de Preços ao Consumidor (CPI) dos EUA na quarta-feira. Este dado é crucial pois afeta diretamente as expectativas de política monetária do Federal Reserve, impactando a liquidez e o apetite por risco em ativos digitais. Consequentemente, ETFs de Bitcoin como IBIT e empresas com exposição significativa à criptomoeda, como MSTR e COIN, podem experimentar volatilidade. No Brasil, o sentimento global de aversão ao risco pode levar a uma desvalorização do BRL frente ao USD, com potencial impacto negativo em ativos de crescimento listados na B3. Historicamente, o Bitcoin reagiu a relatórios de CPI; por exemplo, em novembro de 2022, um CPI abaixo do esperado impulsionou o BTC em mais de 15% em 24 horas. O próximo gatilho será o próprio relatório de CPI, que pode gerar um rompimento ou reversão de tendência. No médio prazo, o cenário do Bitcoin dependerá da trajetória da inflação e das decisões subsequentes do Fed, que influenciarão o ambiente de juros globais.
Nas próximas 24-48 horas, o mercado de criptomoedas será dominado pela reação ao relatório de CPI de quarta-feira. Se o dado surpreender positivamente (inflação mais baixa), o Bitcoin ($63,939) pode buscar a faixa de $68.000. No entanto, um CPI elevado pode desencadear uma queda para $60.000. O gatilho imediato é o número do CPI e, em seguida, a interpretação dos comentários do Fed sobre a trajetória futura das taxas de juros.
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