A convivência no ambiente corporativo favorece o surgimento, de forma natural, de vínculos afetivos entre colaboradores. Diante disso, muitas empresas tendem a proibir ou restringir tais relações, sobretudo com o objetivo de evitar conflitos de interesses, favorecimentos indevidos e riscos relacionados a assédio. A adoção de políticas dessa natureza exige cautela jurídica, pois envolve a tensão entre o poder diretivo do empregador e direitos fundamentais do trabalhador. Matéria exclusiva para as
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