Apuração apertada em estados-chave atrasa definição do Senado dos EUA

A apuração das eleições para a Câmara e o Senado dos Estados Unidos ainda não foi concluída, com o quadro final dependendo do Kansas, Mississippi e Alasca. No Mississippi, a disputa para o Senado é acirrada, com o democrata Scott Colom obtendo 466.747 votos (49%) e a republicana Cindy Hyde Smith com 464.925 votos (48,9%), uma diferença de 1.800 cédulas com 96% das urnas apuradas. No Alasca, a situação é ainda mais apertada, com a democrata Maria Peltola tendo 102.962 votos (48,2%) contra 102.325 votos (47,9%) do republicano Dan S. Sullivan, uma diferença de 637 votos, além da presença de um candidato independente homônimo que obteve 3.600 votos. A organização das eleições nos EUA é responsabilidade dos estados, o que implica em variações nas regras de apuração, prazos para recebimento de cédulas por correio e procedimentos de conferência. No Alasca, a próxima atualização está prevista para a próxima terça-feira, dia 10, com nova rodada em 13 de novembro e a última contagem preliminar em 18 de novembro, quando também poderá ocorrer apuração por voto preferencial. A certificação no estado está marcada para 25 de novembro. No Kansas, a demora é atribuída a uma decisão judicial que manteve um prazo adicional de três dias para votos por correio. No Mississippi, o prazo para recebimento de votos por correio e regularização de cédulas provisórias termina no dia 10, com os condados encaminhando resultados certificados até 13 de novembro e a declaração estadual dos resultados prevista para 3 de dezembro.

Análise

No Alasca, as próximas contagens estão previstas para a próxima terça-feira, dia 10, e 13 de novembro, com a certificação em 25 de novembro. No Mississippi, o prazo para resultados certificados pelos condados é 13 de novembro, e a declaração estadual está prevista para 3 de dezembro.

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