O banco Citi Brasil avaliou internamente três critérios para identificar como o nome do próximo ministro da Fazenda seria recebido pelo mercado: credenciais fiscais anteriores, grau de dependência do candidato em relação ao presidente Lula e nível de senioridade e envergadura política. De acordo com Leonardo Porto, economista‑chefe do Citi, esses parâmetros indicam que Geraldo Alckmin teria melhor aceitação pelo mercado do que o governador Rafael Fonteles, que também circula como possibilidade para o cargo. O cenário base do Citi prevê algum reforço à âncora fiscal, provavelmente com alteração de parâmetros do arcabouço, e sugere que os juros permaneceriam estáveis por um bom tempo, com retomada de cortes no segundo semestre do próximo ano, dependendo do sinal do governo pós‑eleição.
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