Um relatório da 21 Shares indica que a correção de 50% do Bitcoin em relação ao seu topo histórico representa uma fase de acumulação, não de venda. Essa tese é fundamentada na análise de ciclos anteriores da criptomoeda e na presença de um forte suporte técnico, sugerindo que o 'dinheiro inteligente' está comprando nesses níveis. Esse comportamento é um mecanismo comum em mercados de risco, onde investidores institucionais frequentemente entram em correções significativas, buscando valor a longo prazo. As consequências diretas impactam o próprio BTC, o ETF ARKB da 21 Shares, empresas com Bitcoin em tesouraria como MSTR e exchanges como COIN. Para o investidor brasileiro, o Hashdex Crypto ETF (HASH11) reflete essa dinâmica, oferecendo exposição ao movimento de acumulação institucional. Historicamente, após quedas significativas, como a de 2018 ou a de 2022, o Bitcoin exibiu recuperações robustas em ciclos subsequentes. O próximo halving do Bitcoin e uma potencial flexibilização da política monetária global são gatilhos a serem monitorados, podendo impulsionar o ativo nas próximas 12-18 meses.
Nas próximas 4-6 semanas, o Bitcoin deverá consolidar-se em torno de seu suporte atual, com fluxos de acumulação institucional contrabalançando a pressão de venda do varejo. O principal gatilho para uma aceleração da alta será a confirmação de uma política monetária mais frouxa pelos bancos centrais globais, o que pode impulsionar o BTC em direção a $80k-85k no próximo trimestre.
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