Os futuros de cobre escalaram para US$ 6.60 por libra na sexta-feira (16 de outubro), encerrando uma sequência de três sessões de perdas, em um movimento diretamente ligado ao enfraquecimento do dólar americano. O dólar, por sua vez, recuou devido a receios sobre uma possível desaceleração no boom de gastos de capital em Inteligência Artificial (IA), que tem sido um pilar para a economia e mercados financeiros dos EUA. Um dólar menos valorizado torna commodities denominadas na moeda americana, como o cobre, mais acessíveis para compradores estrangeiros, estimulando a demanda. Embora a notícia não detalhe o elo com o real, um dólar fraco (USDBRL ↑+1.81%) pode influenciar exportadores brasileiros de commodities. A ausência de menção a reações de outros agentes na notícia impede a análise de suas ações. Em 2018-2019, tensões comerciais e desaceleração global resultaram em uma queda de 15% no cobre, com o dólar forte encarecendo a commodity. O relatório de emprego dos EUA (payroll) em 2026-11-06 e o CPI em 2026-11-10 são gatilhos a monitorar. O desfecho dependerá da sustentabilidade do enfraquecimento do dólar e do ritmo real dos investimentos em IA.
A sustentabilidade do capex em inteligência artificial nos EUA e os próximos dados macroeconômicos, como o relatório de emprego (payroll) de 2026-11-06 e o CPI em 2026-11-10, definirão a direção do dólar e, consequentemente, a dinâmica do cobre e do setor de tecnologia.
CryptoAlerta — análise de criptomoedas e mercado em tempo real