Mark Moss projeta que o Bitcoin alcance US$ 1 milhão até 2030, citando a recente alta de juros do Fed e a desvalorização da moeda fiduciária. O mecanismo econômico baseia‑se na fuga de capitais para ativos não‑soberanos quando a política monetária aperta, aumentando a demanda por reserva de valor digital. Para investidores brasileiros, a alta do Bitcoin pode reforçar o apelo do cripto como proteção contra a inflação e a cotação do dólar, influenciando o USDBRL e fundos como HASH11. Em 2020, durante a pandemia, o Bitcoin subiu de US$7 mil para quase US$29 mil, acumulando +300% em menos de um ano. O próximo gatilho será a aprovação de novos ETFs spot nos EUA, prevista para o final de 2026, que pode acelerar o fluxo institucional. No médio prazo, se o BTC permanecer acima $200 k nos próximos 12 meses, o caminho para $1 mi até 2030 torna‑se plausível; caso contrário, volatilidade regulatória pode limitar ganhos.
Até Q4‑2026, se a SEC aprovar novos ETFs spot, o fluxo institucional pode elevar BTC acima $200 k em 12 meses, preparando terreno para $500 k em 2025; o gatilho será a aprovação regulatória nos EUA.
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