A segunda pesquisa da Futura Inteligência após o primeiro turno das eleições mostra Flávio Bolsonaro com 49% das intenções de voto, contra 47,5% de Luiz Inácio Lula da Silva. Além disso, 1,5% dos entrevistados declararam voto branco ou nulo, e 2,1% não souberam ou não responderam. Essa pequena diferença entre os candidatos introduz uma elevada incerteza sobre o resultado final do pleito, o que tende a aumentar o prêmio de risco exigido para ativos brasileiros. Historicamente, eleições com margens apertadas, como as de 2014 e 2018, resultaram em períodos de volatilidade acentuada antes da definição. O que define o desfecho são as próximas pesquisas eleitorais, os debates entre os candidatos e o resultado final da eleição, que determinarão a percepção de previsibilidade econômica e fiscal.
O fluxo de notícias sobre as próximas pesquisas de intenção de voto e os debates entre os candidatos, que podem alterar a percepção do eleitorado e a probabilidade de vitória, definirão o desfecho. O resultado final das eleições será o principal catalisador para a estabilização ou continuidade da volatilidade nos mercados.
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