Ripio protocola licença PSAV no Banco Central do Brasil

A corretora de criptomoedas argentina Ripio protocolou um pedido de autorização junto ao Banco Central do Brasil para operar como prestadora de serviços de ativos virtuais (PSAV). Este movimento ocorre próximo ao prazo final de sexta-feira, 30, estabelecido pela regulamentação do BC publicada no ano passado. A normativa exige que todas as empresas que operam com criptoativos no país obtenham essa licença, sob pena de serem consideradas irregulares e perderem o direito de operar no Brasil. A Ripio afirmou que acompanha a regulamentação como parte do "amadurecimento do setor". Outras empresas como Binance, OKX, Bybit, Crown, Brasil Bitcoin (atualmente suspensa por decisão judicial), Transfero, Mazzera, PFPay, Masterpay, W Brasil Comércio, Onda Finance e Wynx Exchange já solicitaram a licença. Espera-se que Avenia, Coinbase, Foxbit, Lumx e Mercado Bitcoin, além de bancos como Bradesco, BTG Pactual e Itaú, que já possuem áreas dedicadas a ativos digitais, também protocolem seus pedidos.

Análise

O desfecho dependerá das decisões do Banco Central sobre os pedidos de licença PSAV, com o prazo final para o protocolo sendo sexta-feira, 30. Os resultados das análises e as aprovações ou rejeições subsequentes, que devem ser divulgadas nos meses seguintes, definirão a estrutura e a dinâmica do mercado de criptoativos no Brasil, impactando a concorrência e a oferta de serviços.

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