Venezuelanos recorrem ao WhatsApp para localizar vítimas de terremoto

As mensagens de WhatsApp chegam tão rápido que, quando você termina de ler uma, pelo menos uma dúzia de outras já inundou o chat. “Alguém viu este homem? Ele é meu avô. O nome dele é Francisco. Ele morava no Residencias Caribe. Não temos notícias dele desde quarta-feira.” “Alguém pode enviar a lista mais recente de desaparecidos do Residencias Vista Mar, em Playa Grande? Estou procurando minha madrinha. Preciso de informações sobre esse prédio.” O grupo, com mais de 900 pessoas, é um dos muitos

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